
Aqui está um artigo da revista Activa. O Facebook está na ordem do dia. Não importa a faixa etária, todos se divertem com os múltiplos conteúdos e aplicações que esta rede disponibiliza. Qual Hi5, qual quê? Falo por mim: os meus pais e tios aderiram ao Hi5, com certeza, para acompanharem as tecnologias. Depois, nunca mais ligaram nenhuma àquilo. Relativamente ao Facebook, a conversa é outra! Nas férias levaram uma ensaboadela dos meus tios para aderir ao Farmville e tudo começou por aí. Hoje além de uma quinta virtual, adicionam os meus amigos mais próximos, comentam as mesmas fotos que eles, respondem a quizes e têm o seu "intervalo". Nunca aderi ao Farmville e, para ser sincera, confesso que me aborrece que, por vezes, ao jantar o tema seja "diz à tua amiga Rita que lhe mandei porcos". Ou, estar numa conversa com outra amiga e ela interromper porque se lembrou que "mandei um presente à tua mãe, diz-lhe para que aceite". Se trabalhasse num departamento de GRH de uma empresa, garanto que não recorreria ao LinkedIn para tirar conclusões relativamente a uma pessoa que iria recrutar. Aqui sabe-se que é profissional, todos têm uma postura séria e formal. Por vezes muitos exageram. No Facebook percebe-se o tipo de relações que cada pessoa tem, os seus interesses, as suas motivações e, quicá, as suas competências. Não é isto que vós, senhores gestores das pessoas, procuram identificar nos indivíduos hoje em dia? Pois bem, um bem haja a quem redefiniu a estratégia do Facebook.
Um obrigada à Mariana por facilitar a imagem do artigo!
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